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A história da Heineken

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Este é para ler bebendo uma estupidamente gelada: já está nas livrarias “A história da Heineken“, da jornalista Barbara Smit (Editora Zahar). Trata-se de um emocionante relato da trajetória da pequena empresa familiar que se transformou em marca global e campeã de vendas. Fundada em 16 de dezembro de 1863, por Gerard Adriaan Heineken, após a aquisição da cervejaria Hooiberg, a marca holandesa da estrela vermelha, hoje reconhecida em todo o mundo, tem 140 cervejarias em mais de 70 países, empregando aproximadamente 57.557 pessoas. Com uma produção anual de 121.800.000 de hectolitros de cerveja, é a terceira maior cervejaria do mundo, ficando atrás apenas da belgo-brasileira InBev e da sul-africana SABMiller, em 2009. Em 2011, teve lucro de 2,2 bilhões de dólares, segundo a Wikipedia.

A autora revela os estratagemas de negócios, truques de marketing e tipos extraordinários que construíram essa notável história. E destaca seu personagem principal: Alfred “Freddy” Heineken, neto do fundador, homem de visão e controverso magnata do jet set internacional que recuperou o controle da cervejaria para depois colocar (e manter) a Heineken no topo do cenário global. Com pesquisa meticulosa e narrativa envolvente – que passa ainda pelo sequestro de Freddy Heineken e seu resgate milionário –, Barbara nos leva por uma viagem reveladora ao mundo da Heineken e das cervejas. O livro também oferece ao leitor um relato detalhado da batalha pelo mercado internacional de cerveja, com suas táticas agressivas, aquisições espetaculares e campanhas publicitárias geniais.

O preço sugerido do livro impresso é R$ 59,90. Já o da edição digital, R$ 39,90.

E por falar na cervejaria, a Heineken Brasil e a rede de restaurantes Madero acabam de fechar parceria para venda dos chopes Heineken e Amstel, e demais cervejas do portfólio (como SOL Premium, Xingu Black, Dos Equis Birra Moretti, Edelweiss), nos quase 70 restaurantes Madero em todo o Brasil. Para quem não conhece, o Grupo Madero planeja investir este ano R$ 100 milhões na abertura de 33 novos restaurantes em todo o Brasil este ano – 25 containers e 8 steak houses. Cada operação custa em média de R$ 1,5 milhão a R$ 4,5 milhões. No ano passado, o Madero faturou R$ 334,5 milhões, com crescimento de 56,1% em relação a 2014. Para este ano, a meta é ousada: crescer 40% seu faturamento.

“A Heineken está sempre em busca de parceiros que estejam expandindo seus negócios nacionalmente de forma consistente e, assim como as marcas da companhia, tenham foco em qualidade e em proporcionar ao público uma experiência de consumo completa”, disse Maurício Giamellaro, vice-presidente de vendas da Heineken Brasil, ao assumir a carta de cerveja do Madero.

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Deise Novakoski

Atualmente, Deise Novakoski exerce a função de sommelière e bartender, trabalha como consultora na Academia da Cachaça e no Torna Pub e assina a coluna “Você tem Sede de Quê?”, publicada em seu site.